Cicatriz não é só “uma marca”, em muitos casos, ela pode influenciar como você se move, como você sente o toque, como você respira fundo, como você retoma exercícios, como você se enxerga no espelho.
E aí vem a pergunta que muda tudo: Essa cicatriz está só na pele, ou ela está interferindo na sua vida de maneira mais profunda?
A fisioterapia em tecidos cicatriciais é uma área voltada para avaliar a funcionalidade do tecido, impactos na postura e na respiração, bem como na autoestima e no bem-estar. As alterações podem aparecer após cirurgias e outros procedimentos. No caso dos meus pacientes (de Rute Brandão Fisioterapia), o foco é especialmente em pós-parto, cirurgias faciais e procedimentos ginecológicos, com atendimento humanizado e plano personalizado, em uma abordagem que leva em conta o todo.
Quando uma cicatriz merece atenção de perto?
Alguns sinais comuns que podem indicar necessidade de avaliação:
- Sensação de repuxo ou rigidez ao se movimentar;
- Dor ao toque, ao alongar ou ao fazer movimentos específicos;
- Endurecimento local, aderências, desconforto ao usar roupas;
- Acúmulo de líquido;
- Assimetrias;
- Limitação para voltar a treinar, caminhar, dirigir ou trabalhar como antes.
Nem todo sinal significa problema grave, só significa que vale um olhar cuidadoso.
O que é feito na avaliação?
A avaliação observa seu histórico, o tipo de cirurgia, o tempo de pós-operatório e, principalmente, como o tecido está se comportando. A partir disso, é montado um plano individualizado.
Quais técnicas podem ser usadas?
Dependendo do caso, podem entrar recursos como:
- Tape (bandagem elástica);
- Fotobiomodulação (laser);
- Terapias Manuais (mecanomoduladora);
- Outras Órteses;
- Exercícios Específicos para função e mobilidade.
A combinação muda de pessoa para pessoa, o plano também.
Quanto antes, melhor
Muita gente só pensa em tratar a cicatriz meses depois. Dá para cuidar mais tarde? Em alguns casos, sim, porém, quando a avaliação e tratamento não ocorre mais cedo, é preciso procurar o atendimento especializado que tenha estratégias terapêuticas certeiras para recuperar o tempo perdido.
O que você pode fazer agora?
Se você está no pré-operatório, organize o básico: Tire dúvidas, alinhe expectativas, entenda como será sua rotina de recuperação.
Se você já está no seu pós-operatório/pós-parto, observe seu corpo com gentileza: Onde está “travando”? O que piora ao longo do dia? O que melhora com o repouso?
Esses detalhes ajudam muito na avaliação.
Se você quer entender o que sua cicatriz está dizendo, agende uma avaliação com a Rute Brandão em São Paulo. Cada caso é único e o plano certo começa com um bom olhar fisioterapêutico para melhorar a resposta tecidual.