Fisioterapia pós-operatória em cirurgias faciais em São Paulo. O que esperar e quando procurar?

A cirurgia facial costuma mexer em duas coisas ao mesmo tempo: o corpo, que entra em processo de recuperação e a cabeça, que quer ver tudo “voltando ao normal” logo.

É aí que muita gente se pergunta: Existe algo que eu possa fazer para me recuperar com mais conforto e segurança, sem invenções?

A fisioterapia pós-operatória especializada pode ser o caminho. Principalmente quando o foco é tecido cicatricial, dores, limitações e o cuidado com a função. Em consulta, o foco é olhar para o seu caso, para a sua cirurgia e para o seu momento.

Por que a fisioterapia entra no pós-operatório de cirurgias faciais?

Após procedimentos como blefaroplastia e outras cirurgias faciais, é comum que se lide com inchaço, sensação de repuxo, dor, sensibilidade alterada e insegurança para voltar à rotina. O objetivo do acompanhamento fisioterapêutico é ajudar você a atravessar esse período com orientação e estratégias adequadas ao seu corpo.

Na prática, o atendimento utiliza técnicas modernas e personalizadas, como tape (bandagem elástica), fotobiomodulação (laser), terapias manuais, orientações e exercícios específicos, sempre de acordo com a avaliação e com o que for seguro para você.

Nessa fase, médicos cirurgiões costumam indicar o acompanhamento fisioterapêutico, alguns já indicam um fisioterapeuta de sua confiança.

Quando procurar?

Não existe uma data universal, o ponto principal é ter liberação e alinhamento com o seu cirurgião, além de uma avaliação individual para entender seu estágio de recuperação.

Se você está no pré-operatório, também vale considerar um preparo. Orientações, exercícios específicos e organização do que fazer antes da sua cirurgia ajudam a diminuir a ansiedade e a chegar mais confiante a ela.

Como é a primeira consulta?

A primeira consulta costuma ser uma avaliação completa. Você conta seu histórico, o procedimento realizado ou planejado, suas dúvidas e o que está sentindo. Depois, é feita uma avaliação prática e você sai com um plano direcionado. A primeira consulta tende a ser mais longa do que as sessões de continuidade.

O que pode entrar no seu plano?

Cada caso muda, mas, de forma geral, o acompanhamento pode incluir:

  • Orientações claras do que fazer em casa e do que evitar;
  • Manejo de desconforto e sensibilidade, respeitando seu momento;
  • Cuidado com mobilidade do tecido e retorno progressivo às atividades;
  • Acompanhamento contínuo com ajustes ao longo da evolução.

Um lembrete importante

Em algumas pessoas, a melhora e o conforto aparece mais cedo. Em outras, leva mais tempo. Resultados variam, porque cada corpo responde de uma forma ao tratamento.  A avaliação individual é o que define o caminho mais seguro. O importante é que, com a abordagem adequada, haverá uma melhora progressiva.

Quer conversar sobre o seu caso em São Paulo? Agende uma avaliação comigo, Rute Brandão Fisioterapeuta, e entenda qual seria o melhor plano para o seu pós-operatório.

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