Tem gente que entra no pré-operatório pensando só no dia da cirurgia e acaba deixando o “antes” no automático.
Só que o antes é uma parte importante da recuperação. É quando você organiza o corpo, reduz a ansiedade e entende o que fazer e o que evitar para chegar de forma mais segura e efetiva a um resultado desejado. A fisioterapia pré-operatória existe para isso: preparar com clareza, passo-a-passo, sem complicar.
Para quem a fisioterapia pré-operatória faz sentido?
No atendimento feito pela Rute Brandão, o pré-operatório faz parte do tratamento justamente porque cada pessoa é única e precisa de um plano individualizado. Ele costuma ser indicado para quem vai passar por cirurgia facial, cirurgia ginecológica e também para momentos como pré-parto, quando o objetivo é chegar mais preparada para a fase seguinte.
O que dá para trabalhar antes da cirurgia?
A proposta do pré-operatório é prática e objetiva. Normalmente envolve:
- Orientações personalizadas (o que fazer em casa, como se preparar, como se organizar);
- Exercícios específicos de respiração e postura (para ajudar o corpo a lidar melhor com tensão e esforço);
- Manejo da ansiedade com um plano de ação claro;
- Preparar o corpo e a mente, assim como alinhar expectativas.
Como funciona a primeira consulta?
A primeira consulta pode ser on-line ou presencial e serve para se fazer uma avaliação minuciosa, criar vínculo, esclarecimento de dúvidas e orientações sobre o tratamento. Inclui ainda o plano de recuperação e de recursos terapêuticos a serem utilizados, tais como Tape (bandagem elástica), Fotobiomodulação (laser), Terapias Manuais, outras Órteses e Exercícios Específicos. A duração informada é em torno de 1 hora (podendo variar conforme necessidade).
Checklist rápido para saber como chegar mais preparada – Uma boa preparação costuma responder estas perguntas:
- O que eu posso fazer sem medo? (movimentos, rotina, trabalho, exercícios);
- O que eu devo evitar por agora? (esforços, posições, hábitos que pioram dor ou tensão);
- Como será meu “primeiro dia” em casa? (apoio, deslocamento, tarefas essenciais);
- Quais sinais pedem atenção? (o que é esperado, o que merece contato com o médico);
- Qual é meu plano de continuidade? (pós-operatório imediato e acompanhamento).
Aviso: Este conteúdo é informativo e não substitui consulta individualizada. Cada pessoa é única e os resultados podem variar.